Os campos agrícolas, as zonas de alverca e a proximidade do Tejo formam uma paisagem inseparável da identidade local. As bateiras recordam a pesca, as deslocações e a adaptação da população às cheias e aos ritmos da água.
As cheias fizeram parte da experiência de muitas gerações. Exigiam adaptação, entreajuda e meios próprios de circulação. As bateiras — embarcações de fundo chato adequadas às águas baixas e inundadas — ganharam por isso um lugar especial na memória coletiva do Pombalinho, associadas à mobilidade e ao apoio em tempos difíceis.
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